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As oportunidades existem

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Como configurar IMAP no iPhone ou no iPod touch

Inicialmente, ative o IMAP no webmail:

1. Acesse seu e-mail pelo navegador, clique em "Configurações" e depois em "IMAP".

Selecione a opção "Ativar IMAP" e clique em "Salvar modificações".

Depois, siga os procedimentos abaixo: .


1. Na tela inicial do seu iPhone ou iPod touch, acesse "Settings" .

2. Selecione "Mail, Contacts, Calendar" .
3. Depois, acesse "Add Account" .
4. Na tela com várias opções de e-mail, escolha "Other" .
5. Em seguida, selecione "Add Mail Account"

6 Preencha seus dados e salve:


I. Name: [
digite seu nome]
II. Address: [digite o endereço completo do seu e-mail]
III. Password: [digite sua senha]
IV. Description: [digite seu e-mail ou a descrição que desejar]

7 Agora preencha as informações de recebimento e de envio:


"Incoming Mail Server": 

Name: [digite seu nome]
Address: [digite o endereço completo do seu e-mail]
Password: [digite sua senha]

"Outgoing Mail Server": 

Host Name: smtps.uol.com.br 
User name: [seu login sem o @domínio.com.br]
Password: [digite sua senha]

8. Salve as alterações

O iPhone pode levar alguns instantes para terminar as configurações.
Caso apareça esta mensagem sobre SSL, escolha "No".
Após selecionar "No" na mensagem, escolha "Save".
De volta à tela de configurações, selecione "Advanced"

9. Na tela "Advanced", preencha os campos de recebimento e envio

"Incoming Settings":
Use SSL: ON
Authentication: Password
Server port: 993

"Outgoing Settings": 

Use SSL: ON
Authentication: Password
Server Port: 587 ou 465

Depois, basta voltar duas vezes, clicando na seta com seu endereço de e-mail e pronto!

Seu iPhone ou iPod touch está configurado para ler  e-mails via IMAP. 

Mais dicas: Outlink Solutions

terça-feira, 20 de setembro de 2011

AUTOPSICOGRAFIA

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas da roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração.
Fernando Pessoa

TABACARIA

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a pôr humidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.

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Álvaro de Campos: "Tabacaria" (excerto)

Oportunidades

Sol - Poesia e dor

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